05:12 AM

10 de novembro de 2008

Dançando comigo mesmo, se não chegar ninguém e estiver afim
eu danço comigo mesmo ô ô ô ô

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Volver

2 de novembro de 2008


Tengo miedo del encuentro
Con el pasado que vuelve
A enfrentarse con mi vida…
Tengo miedo de las noches
Que pobladas de recuerdos
Encadenan mi soñar…

Pero el viajero que huye
Tarde o temprano detiene su andar…
Y aunque el olvido, que todo destruye,
Haya matado mi vieja ilusion,
Guardo escondida una esperanza humilde
Que es toda la fortuna de mi corazón.

Volver…

Carlos Gardel

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?????

22 de outubro de 2008

1. A história realmente absolverá Fidel ?
2. Como esquecer um grande amor ?
3. Por que os extra-terrestres ainda não nos visitaram ?
4. Deus existe ?
5. Se existe, iremos para o céu ?

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As cartolagens de Cartola

13 de outubro de 2008

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Formigas

5 de outubro de 2008

Ao longo do dia, perdemos centenas de chances de conhecermos novas pessoas, de ao menos ouvi-las. Perdemos a oportunidade de mudar a vida destas pessoas ou de elas mudarem as nossas.

Presos em nossa rotina e ao nosso mundo limitado, perdemos a oportunidade de simplesmente olharmos a janela ou conhecer os milhares de lugares desenhados no mapa Mundi, lugares que acabaremos morrendo sem conhecer.

É tão difícil enxergarmos quanto estamos presos ? Cego é o que somos e livres é o que aparentamos ser.

A vida segue a passar e as pessoas apenas a se cruzar. Sem conhecermos a história de quem nós cruzamos nem o céu que olhamos.

Marchamos, mas não como sonhadores e humanos. Marchamos como formigas operárias, em que o destino se resume à apenas trabalhar/estudar em pró de uma colônia, sem nos importarmos com quem está ao nosso lado.

Torrar dinheiro é nossa sina e acumular Capital o nosso destino, pois é com isso que a colônia se importa, apenas isso.

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Fantasia

22 de setembro de 2008

Mesmo estando sempre entre verdadeiras alegorias, não mudamos nossas vidas como um simples trocar de fantasias.

A vida apesar de durar muitos anos, não oferece tempo para que possamos cambiá-la diversas vezes, perpetuando a mesma, até o nosso fim. Sem a possibilidade de repararmos erros passados ou optar por diferentes planos.

Deveríamos ser como atores, rejuvenescendo o pai doente, nos tornando pilotos de avião, nos tornando fazendeiros, mudar de cidade a cada quinze dias, tudo isso com a facilidade de um personagem, em um piscar de olhos.

Quando crianças, sonhávamos ser e fazer tantas coisas! Mas no final, acabamos não sendo e não tendo nada.

A vida é longa, mas nós a tornamos resumida e breve, não passando de uma simples fantasia.

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Conjugando el verbo del imperialismo

18 de setembro de 2008

Yo trabajo
Tu trabajas
El trabaja
Nosotros trabajamos
Vosotros trabajais
Ellos aprovechan la vida

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Valentin luchador

31 de agosto de 2008

Un verdadero boxeador, solamente para su sequencia de golpes cuando el adversario va a la lona.

Ya el soñador es diferente, lo golpeá todo lo que puede, pero juega la toalla o finge que fue a la lona, solamente para resistir y volver para pelear en la hora cierta, como un buen luchador.

Soy uno de éstos, igual a los muchos que intentan golpear al mundo de alguna manera, pero que duermen en la lona…solamente esperando la hora cierta de volver, sin saber se un dia volverá.

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Valentin caminante

19 de maio de 2008

Seguindo como se pelo sertão
Amado ou não
sem saber o tempo de espera e o hão

Pelas ruas marchando
usando apenas como refrão
sua solidão

Amores dissolúveis
Velhas Histórias
Todas como chão

Seguindo com a mão no coração
e a outra em vão
Tendo apenas como certeza
Sua própria ilusão

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Walking whit Jesus

30 de março de 2008

Aprete mi mano y caminaremos solamente
por la parte amarilla de la vida.

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Engrenagem

17 de março de 2008

A engrenagem segue à rodar.

Conheceremos centenas de lugares, distantes, frios, desérticos, fashions, campestres, urbanos, junkies ou simplesmente confortáveis.

Acima de tudo, conheceremos milhares de pessoas, psicopatas, falsos poetas, filósofos, empresários, operários, gente de bem, malandros, romancistas e quem sabe, entre tantas voltas e lugares, encontremos também, nômades ou os circenses do David Toscana.

Nos apaixonaremos incansavelmente por diversas destas pessoas e viveremos grandes histórias em muito destes lugares.

A engrenagem pode ser suja, desgastada e velha, mas quando verdadeira, sempre seguirá à rodar, voltando ao início de onde nós começamos.

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Quizumba e sua marchinha

18 de fevereiro de 2008

Por um longo tempo viveu na ilusão de o tempo interagir com o espaço. Mas ele foi mais ligeiro. Viveu antes que o tempo acabasse e correu para aonde ainda havia espaço.

Ele e sua marchinha seguiram para aonde o tempo ainda sorria, onde o povo ainda cantava. Eram apenas a marchinha e sua amada que o interessava.

Logo se tornou ídolo continental. Compôs uma marchinha atrás da outra, hit pós-hit, amando cada vez mais sua amada, fazendo mais gente cantar, idolatrar.

Percorreu toda a América, até não haver mais espaço, até o tempo se esgotar.

Em uma dança sem lógica, diante de uma platéia mudo-falsa, se despediu.

Só lhe restando a amada e a cortina baixada.

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Pedro

3 de fevereiro de 2008

Vá Pedro, já é tarde. Sabes que o metrô já não funciona nesse horário e que a rua torna-se muito mais perigosa.

Corra Pedro, pois ela já apagou as luzes da casa, foi deitar sem você. Adormeceu pensando no galã do folhetim. Sempre dormirá pensando em outros, em muitos, menos em você.

Pare Pedro, sempre se preocupando com aquela promoção que nunca vem. Contas sendo acumuladas e a tua vida passando, resumindo-se apenas á correr atrás do salário.

Teu filho crescendo sem ter um pai presente. Não reconhece mais o moço do retrato na sala de estar, moço que anos atrás era você. Como você se acabou tão depressa ?! Mal reconhece o homem barbudo que chega sempre tarde do trabalho…

Quando chegar, abrace-o e o chame de “Meu filho”.

Corra, pois não há muito tempo.

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O dono do céu

25 de janeiro de 2008

Ganhou o Mar em uma partida de bolinhas de gude. Foi uma aposta. Sempre temeu o Mar. É imenso, fundo e possue áreas em que o homem nunca mergulhou, dizia ele.Foi pra casa descontente com aquele prêmio. Porque não ganhou na aposta simplesmente uma pipa? ou a figurinha do Zico que tanto lhe faltava no álbum? Não conseguiu dormir, afinal, o que faria com o Mar?

Amanhecendo, procurou seu amigo Sebastião. Morava perto, na Rua das Chácaras. Sebastião, era o filho do corretor de imóveis, o único da cidade. Passaram o dia montando o anúncio, talhando e pintando uma placa de madeira, com os dizeres “Troca-se o Mar”.

Passou cerca de duas semanas e ninguém o procurou. Na manhã de quinta-feira, Sebastião foi até sua casa.

- Olha, olha, olha! Fiquei sabendo que o garoto do 522 deu o Céu e as Estrelas para a namorada!
- Sério? Palavra?
- Sim, sim! Não é o Céu que você quer?
- Sim! Apenas o Céu, as estrelas não vou querer! que deixem elas lá, afinal, muitas pessoas dependem delas para ilustrar seus sonhos.15 minutos depois, os dois se encontravam no 522.

- A sua namorada esta disposta a trocar o Céu? Apenas o Céu, não quero as estrelas hein!
O garoto do 522 franziu a testa
- Eu pago o que você quiser! Tenho o Mar! Posso trocar!
Não entendendo nada, o garoto apenas disse…
- Tá, tá fique com o Céu, ele é todo seu, mas agora saia do meu jardim.

Os dois saíram correndo dali e nunca mais se soube algo sobre o dono do Cèu. Contam que certa vez, alugou o Céu para um rico fazendeiro poder usar seu aero-plano. Por quanto? 300.000 cruzeiros.

Mas o dinheiro nunca foi visto, tampouco, o aeroplano. Porém, todos sabiam que o céu ainda pertencia à ele, pois azul, era sua cor favorita…

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